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quinta-feira, 4 de março de 2010

Amor e Sentidos

Sei que o amor
não é uma ciência.
Seja lá o que ele for,
pode ser uma freqüência.

Enquanto te banhas nua,
eu observo o céu, ao relento.
Penso em nós num banho de lua.
Quisera, tenhamos um só pensamento.

Assim como faz muito bem
observar as estrelas no infinito,
quero saber, muito mais que além,
que chegue aos teus sentidos o meu rito.

Deixemos, então, o dia nascer.
Ele se encarregará de ler a nós dois.
De pouco adianta as emoções esconder.
O melhor do presente nunca fica pra depois.

2 comentários:

  1. Belo poema de amor imaginado e real.
    Gostei muito.

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  2. Gostei imenso deste seu poema:)
    Vou continuar a ler**
    Saudações*

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